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Mãe cura Cólica, rapaz. Mãe é indicada em caso de suspeita de dengue. Mãe é abraço mesmo de longe. Mãe é flor do pequeno principe, é a Capitu da vida de Assis, é a saudade que a gente sente quando nem se foi embora ainda. Mãe é música pra dormir no silencio. É a certeza de que mesmo se nada estiver certo, está tudo bem. Mãe é colo aos seis anos, é colo aos quinze anos, é colo aos trinta, quarenta, sempre… Mãe é a prova que os ateus precisam pra acreditar em Deus, a prova da divindade no meio humano. É livro que se lê mil vezes e mil vezes se lê de novo. É da falta de paciencia… É o ”Onde está aquilo?” Mãe é a vontade de sair de casa, de morar sozinha, de viver a vida e puf a vontade de voltar pra casa, de chorar no colo de mãe. É a duvida. A certeza. É tudo misturado porque ninguém consegue separar a grandeza de uma mãe. Ninguém a entende. Ninguém a consola. Ela que entende, surpreende. GIGANTE. Nada nesse mundo resumiria amor de mãe. É capaz de tudo, menos de deixar de ser mãe. Mãe é quem cria. Quem alimenta. Quem paga balinha no posto. Quem dá boneca no dias crianças. Quem ouve: ”Mãe eu não sou mais criança!”. Quem ri, quem chora escondido. Que tem dores, amores, que teve sonhos. Que teve mãe. Quer colo. Quer gritar. Renato Russo, entre tantas outras coisas, sabia bem o que dizer quando lá no fim de uma música disse: ” Você diz que seus pais não lhe entendem , mas você não entende seus pais. (…) São crianças como você, o que voce vai ser, quando você crescer…” De qualquer forma mãe, se um dia eu for 1/3 da mulher que você é, eu já terei sido muito mais, que um dia eu pretendi ser.
Bárbara Matoso em E se esse fosse o ultimo dia das mães da sua mãe?  (via a-rmastus)

(Fonte: procenio)

É difícil lidar comigo, é complicado me entender. Às vezes grito, outras vezes não suporto nem ouvir minha voz. Às vezes me acho sem graça e chata, outras vezes discordo disso. Às vezes rio à toa, outras vezes me dói à alma ter que sorrir a alguém. Às vezes não tenho o mínimo de vergonha, outras vezes não consigo dizer “oi” a um estranho. Às vezes odeio todo mundo, outras vezes acho que foi precipitado generalizar. Às vezes me acho cheia de amigos, outras vezes acho que sou a pessoa mais solitária. Às vezes acho que odeio, outras vezes acho que gosto e em ambas às vezes, quase sempre mudo de opinião. Às vezes me acho burra por ter errado, outras vezes me acho inteligente por ter aprendido com o erro. Às vezes me sinto carente, outras vezes não quero que ninguém nem me abrace. Às vezes não consigo dormir, outras vezes não consigo acordar. Às vezes acho que chegou ao fim, outras vezes acho que só começou. Às vezes sou insegura, outras vezes sou um poço de segurança e certeza. Às vezes sinto demais, outras vezes sou uma pedra de gelo. Às vezes acho coisas demais, outras vezes acho que não acho nada e me sinto muito confusa para entender isso. Às vezes fico me sentindo perdida, outras vezes continuo me sentindo assim. Odeio decepcionar, mas às vezes nem percebo o quanto consigo magoar alguém só com minhas palavras.
Ana Mercy. (via reconhecer)

(Fonte: contrariei)

Quantas vezes você ficou com um nó na garganta? Quantas vezes você estava mal e disse que estava bem? Quantas vezes você quis chorar e sorriu, ou chorou desejando sorrir? Quantas vezes uma só palavra, um só gesto destruiu o seu dia? Quantas vezes você ficou calada mesmo querendo falar? Quantas vezes você guardou pra si mesma tudo o que te corroia por dentro? Quantas vezes você se sentiu sozinha, mesmo com tantas pessoas a sua volta? Quantas vezes uma simples brincadeira te matou por dentro e você apenas sorriu mostrando que estava tudo bem? Quantas vezes você foi forte o suficiente pra passar por tudo isso? Quantas vezes você disse que não é forte e esqueceu-se de tudo o que um dia enfrentou?
Brenda G.  (via promessasvazias)

(Fonte: bipolarefeliz)

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